quarta-feira, 22 de abril de 2015

Qual o momento certo de trocar os fluidos da direção e transmissão?

Ninguém precisa ser um especialista em mecânica para saber que o óleo do motor do carro necessita ser substituído de acordo com o prazo ou a quilometragem determinada pelas montadoras. Isso porque o lubrificante trabalha com altas variações de temperatura e está sujeito à presença de resíduos e poluentes resultantes da combustão. No entanto, para sistemas como o da direção hidráulica e de transmissão – que são fechados e atuam sem contato com esses tipos de contaminantes – existem dúvidas quanto à necessidade ou não da substituição de seus respectivos fluídos. 



DIREÇÃO HIDRÁULICA

O óleo da direção hidráulica não precisa ser substituído. É bom verificar o nível do reservatório e ficar atento a vazamentos, que neste caso pode ser causado por problemas nas mangueiras ou nas conexões. O nível do óleo deverá ser completado, depois de corrigido o defeito. Ao longo dos anos, parte do óleo do reservatório pode evaporar e o nível deve ser completado. O uso prolongado oxida o produto, mas isso pode ser evitado com o uso de um fluido sintético. 


Se o veículo apresentar funcionamento normal, não há motivos para trocar o óleo, porém, alguns fabricantes orientam que o fluido deve ser substituído por volta dos 50 mil km. Sendo assim, o mais importante é seguir a determinação da fábrica. 


TRANSMISSÃO

O óleo usado nos sistemas de transmissão – tanto para câmbio manual, quanto para o automático também não tem necessidade de ser substituído, ele pode ser completado caso o nível esteja baixo. No caso do câmbio automático, é usado um óleo mais fino em relação ao da transmissão manual, similar ao fluido indicado para direção hidráulica. 


Algumas marcas recomendam a troca do óleo da transmissão automática aos 60 mil km. Dessa forma, o melhor a ser feito é conferir no manual do proprietário a correta indicação do fabricante para cada situação. 


Precisando dar uma checada nos níveis de óleo da direção e transmissão? Venha conhecer o Diego e a equipe do Auto Center Pai e Filho e tenha a certeza do melhor serviço. 



Fonte: vrum.com.br

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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Posso dirigir descalço? E de chinelo?

Verão com temperaturas para lá de elevadas. A regra é usar o mínimo de roupa, mas sempre aparecem aquelas dúvidas. Pode dirigir descalço? Posso dirigir de chinelo? Pode dirigir sem camisa? Quanto ao calçado, a legislação não é muito objetiva. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) determina em seu artigo 252, no inciso IV, que dirigir o veículo usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais é infração médica (com multa e perda de quatro pontos na carteira).
 


Mas o problema desse tipo de legislação vaga é dar margem a várias interpretações. Na prática, o que a Polícia Militar observa é se o calçado tem algum ponto de fixação no calcanhar do motorista.


Logo, o chinelo está fora de questão. Já uma sandália com uma tira no calcanhar não tem problema. O motorista pode até estar com um tênis fechado, mas se o calçado estiver apenas encaixado nos pés e livre no calcanhar ele será autuado.


Dirigir descalço não é considerado infração. Uma boa dica para quem está de chinelo é deixá-lo em um lugar de fácil acesso, mas que não permita que ele escorregue para baixo de um pedal, evitando acidente. Não há qualquer menção no CTB quanto ao fato de dirigir veículo particular sem camisa, mas não se esqueça do cinto de segurança. 



O Auto Center Pai e Filho, além de realizar o melhor serviço no seu veículo, também te deixa informado sobre as principais dúvidas. Venha nos visitar! 


Fonte: vrum.com.br

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sexta-feira, 17 de abril de 2015

O que você deve verificar antes de pegar a estrada


Vai viajar? Faça um check list antes de pegar a estrada para que, em uma blitz, sua viagem não seja interrompida antes de chegar ao destino. 

Comece pela documentação. Sua carteira de habilitação está dentro da validade? É bom que esteja, caso contrário, se ela estiver vencida há mais de 30 dias, a infração é considerada gravíssima, além da retenção do veículo.


E o documento do carro? Se você esquecê-lo, a multa até que é leve (3 pontos), mas o veículo ficará retido até que ele seja apresentado. 


Lembre-se, o cinto de segurança deve ser usado por todos os ocupantes, até os do banco traseiro. A multa para este tipo de infração é de 5 pontos na carteira.


Já o transporte de crianças sem as devidas condições de segurança é considerado infração gravíssima – 7 pontos. 


Se o condutor usa óculos, melhor não deixá-los para trás. A infração é gravíssima (7 pontos), além da retenção do veículo até que os óculos apareçam ou outro motorista possa conduzir o veículo.

Tudo certo até agora? Vamos ao carro, então. Veja se todo o sistema de iluminação e sinalização está funcionando: farolete, farol, farol alto, lanterna, setas, luzes de freio e ré. A multa para este tipo de infração é de 4 pontos. 


Confira o estado dos pneus. Se a banda de rodagem estiver muito desgastada, com menos de 1,6 mm, trata-se de uma infração grave – 5 pontos. 


Por fim, certifique-se de que todos os equipamentos obrigatórios estão ok: estepe, macaco, chave de roda, triângulo e extintor. A falta de um desses itens no carro é infração grave – 5 pontos. Em todos estes casos o veículo ficará retido até que a situação se regularize. 


Vai pegar a estrada? Faça uma revisão completa do seu carro com o Diego do Auto Center Pai e Filho. Venha nos visitar.


Fonte: vrum.com.br

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quinta-feira, 16 de abril de 2015

Evite prejuízos com xixi de cachorro nas rodas do carro

Quem mora em casa geralmente convive com esse problema. Além das cercas, postes, vasos e grades, o cachorro também adora fazer xixi nas rodas do carro. Por mais amor que você tenha pelo animal, esse hábito acaba exigindo uma solução, pois, por ter pH mais ácido, a urina do bichinho acaba provocando uma forte corrosão, mau cheiro, travamento dos parafusos das rodas, entre outros. 

  

São problemas que o dono do carro vai acabar sentindo no bolso quando for obrigado a substituir as rodas – que não são baratas; for trocar um pneu furado e o parafuso estiver totalmente travado e exigir aquela força para retirá-lo ou for calibrar os pneus e tiver que pôr as mãos nas tampinhas das válvulas sujas de urina.


O hábito de urinar é decorrente da atitude de marcar território. O cão faz isso para sinalizar a sua presença no local e, por ser um animal com um olfato muito sensível, quando o cachorro passa pela roda do veículo ele sente um cheiro diferente e vai fazer xixi para deixar ali a sua marca. 


Por passar em vários locais, inclusive sobre a urina de outros cachorros, o conjunto roda/pneu acaba acumulando vários cheiros que despertam a atenção do cão, que vai interpretar aquilo como a presença de outros animais no local e querer mostrar que “quem manda ali é ele”. A urina do cachorro tem pH mais ácido e isso acaba afetando a estrutura metálica da roda. Quanto mais tempo o xixi ficar na roda, pior é o estrago. Assim que perceber a mancha, lave com água e sabão neutro e enxugue com um pano. 


Não adianta bater ou xingar o bichinho, pois ele está apenas seguindo o instinto. Existem algumas opções, como proteger as rodas e pneus com capas, produtos repelentes e específicos para direcionar para o local onde o animal poderia urinar ou educar o cão. 


Vale ainda colocar garrafas pets transparentes, cheias de água, na frente das rodas. Não existe explicação científica para a solução, mas ela é barata e fácil de ser testada e pode evitar que o animal deixe sua marca. 



Se mesmo com as nossas dicas você ainda precisar trocar as rodas e pneus, visite o Diego do Auto Center Pai e Filho e garanta o melhor serviço para o seu veículo. 

Fonte: vrum.com.br

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quarta-feira, 15 de abril de 2015

9 carros legais do passado que não têm substitutos

Embora tenhamos hoje, no Brasil, vários carros modernos em diversos segmentos, com motores mais eficientes, mais potentes e cheios de tecnologia embarcada, algumas lacunas parecem vazias. No passado, produzimos aqui carros que não têm versões equivalentes, como os compactos de tração traseira, os conversíveis e que tinham projeto totalmente nacional. Reunimos alguns exemplos que marcaram época e que, até hoje, deixam saudade. 

Volkswagen Fusca


O pequeno besouro veio de série com um item que poucos conseguem: carisma. Com seu design compacto, linhas arredondadas que o diferenciavam do que existia na época, fácil manutenção e preço acessível, ele praticamente motorizou o Brasil. 

Chevrolet Chevette


O Chevette coleciona uma legião de fãs. Principalmente por sua tração traseira. Ele era um carro fácil de manobrar – já que o eixo dianteiro não portava o conjunto de tração – e a capacidade de esterçar era enorme. Sem contar o desenho de linhas limpas que antecipou a abolição quebra-vento. 

Ford Escor XR3 conversível


Objeto de desejo e status este conversível marcou época. Foi o primeiro conversível nacional fabricado com o aval de uma grande montadora feita em parceria com a Karmann-Ghia do Brasil Projetos Especiais. O motor era 1.6 a álcool, com 82,9 cavalos, que nem de longe fazia jus a esportividade que ele irradiava. 

Dodge Charger RT


Equipado com motor de alta compressão de 215 cv, foi fabricado no Brasil até 1980, utilizando a carroceria do Dogde Dart como base. Ostentava uma série de acessórios como diversas versões da grade frontal, extensões na coluna traseira – para parecer mais esportivo – teto em vinil na mesma cor do acabamento da cabine e, opcionais como rodas Magnum e pneus radiais. O exemplar brasileiro tinha detalhes exclusivos que nem modelos americanos e australianos possuíam. 

Ford Corcel I


Ele chegou em 1968 para ser uma opção de carro popular da Ford. Era econômico, macio, praticamente não dava manutenção e tinha ótimo espaço interno. Ele conseguiu irritar seu concorrente direto, o VW 1600 TL, com muitas inovações mecânicas que seu rival não possuía. 

Chevrolet Opala


Também chegou em 1968, mas para abocanhar uma faixa do mercado de carros médios de luxo. Foi o primeiro carro nacional da Chevrolet no Brasil com quase um milhão de unidades produzidas. Conquistou forças policiais e militares, além de frotas de taxistas pela confiabilidade e fácil manutenção, pelo conforto e ampla janela – graças a ausência da coluna B. Foi usado até como carro de corrida nas versões com motor de seis cilindros. 

Volkswagen SP2


Apesar de não ter a melhor aerodinâmica para um esportivo e nem um motor condizente com a proposta – era equipado com um 1.6 de 72 cv – o SP2 chegou com um design muito interessante. Um Volkswagen totalmente diferente do que existia na época, com projeto brasileiro – independente da divisão alemã da Volks – e com acabamento de primeira.

Ford Landau


Em uma época em que as importações de modelos luxuosos eram escassas no mercado brasileiro, a Ford mostrou qual era sua interpretação de um verdadeiro “carro de luxo nacional” com a apresentação do LTD Landau. Caro, bonito, confortável e com um sofá inteiriço na dianteira, o carrão fez brilhar os olhos da elite no Salão do Automóvel em São Paulo em 1970. Baseado no Galaxie, ele passou a ser equipado com o motor 302 de 5 litros, mais leve e potente, já utilizado pelo Maverick. 

Volkswagen Kombi


Os atributos da van da Volkswagen são muitos, mas as principais características que fizeram da “Velha Senhora” um mártir dos veículos é sua versatilidade aliada ao preço acessível. A “Kombosa” chegou ao Brasil em 1953 e tamanho sucesso de vendas acabou ganhando produção nacional quatro anos mais tarde. Embora o visual permanecesse praticamente intocado, ela foi se modernizando ao longo dos 56 anos de vida, porém, a obrigatoriedade do uso de airbags e ABS decretaram seu fim. A Kombi ainda não possui um substituto à altura. Uma pena!

Deu saudade, né? O Auto Center Pai e Filho cuida do seu carro e ainda te mantem informado. Venha nos visitar!


Fonte: carros.ig.com.br

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terça-feira, 14 de abril de 2015

Faróis desregulados podem colocar a segurança do motorista em risco

Circular com as luzes desreguladas prejudica seriamente a visibilidade do motorista, que, pela displicência, pode perder cinco pontos na carteira de habilitação, pagar multa e ter o veículo retido até que a irregularidade seja corrigida. 


Sabe aquelas pancadinhas que os faróis levam na hora de estacionar? Elas são as principais inimigas das luzes. Esses atritos podem desregular os parafusos da peça por fadiga e, além disso, o excesso de peso na bagagem do carro, soergue a dianteira e tira os faróis de sua direção.


Outro vilão da visibilidade é o uso de faróis inapropriados. Alguns equipamentos esquentam acima do limite de temperatura suportado pela lente e podem derretê-la. A lente escurecida é sinal de que a troca precisa ser feita. Se embaçado, o farol perde seu ângulo de atuação. O Xenon, por exemplo, é legal, mas isso não significa que ele seja recomendado para todos os carros. 


Para evitar dor de cabeça, solicite durante a revisão do carro, a checagem dos faróis. Atenção: o condutor não deve mexer nas luzes por conta própria, pois existem peças muito delicadas, que podem ser danificadas, e nada de reparar a peça. A mudança nos faróis é sempre completa. O reparo pode causar infiltrações porque a vedação não fica como antes.


Precisando checar os faróis? Vá agora mesmo ao Auto Center Pai e Filho e deixe seu carro nas mãos de quem entende!



Fonte: vrum.com.br

Imagens: Free Google

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Carros parados por muito tempo necessitam de cuidados especiais

Carro foi feito para rodar. Mas, em certas ocasiões, como longas férias, é impossível levá-lo na mala. Se não dá para deixá-lo aos cuidados de alguém de confiança para rodar ao menos alguns quilômetros a cada quinze dias, vale cercar-se de alguns cuidados para que o “abandono” não resulte em um belo prejuízo. 


Saiba que deixar o carro parado por um mês já pode resultar em pequenos inconvenientes. Com muito tempo sem rodar, os pneus podem acabar ficando “quadrados”, os sistemas de embreagem e freios colados, o ar-condicionado perde a eficiência, a gasolina vence e a bateria vai ficar sem carga, o que pode desprogramar algumas funções importantes do veículo. 


Quem já deixou o carro sem usar por algumas semanas, esquecido na garagem, sabe que o veículo não gosta de ficar parado. Vale destacar que os automóveis são projetados para circularem com frequência e, por isso, se ficam estacionados por muito tempo, começam a gerar vários problemas. Preste atenção a algumas dicas para que ele esteja inteiro e à sua espera na garagem. 

- UMA SEMANA

Não precisa adotar qualquer cuidado especial. 

- UM MÊS

Geralmente, não ocorrem maiores problemas, porém, acrescente algumas libras a mais no pneus antes de deixar o carro guardado para que ele não fique “achatado” na parte em contato com o chão. Ao voltar a rodar o carro, calibre os pneus. Dependendo da lista de equipamentos do veículo, a demanda por energia pode chegar a descarregar a bateria. Se o veículo ficar exposto ao tempo, use uma capa para proteger a pintura e os vidros. 


- MAIS DE UM MÊS

Desligue a bateria para não deixá-la descarregar; evite usar o freio de estacionamento para não grudar a pastilha ao disco ou a lona ao tambor – para fazer isso, o local deve ser plano e o dono não deve esquecer-se de calçar o veículo e engrená-lo; abasteça o tanque e o tanquinho com gasolina Podium, que tem maior prazo de validade; calibre os pneus com 20 a mais de pressão do que a recomendada, para evitar que eles fiquem deformados. 


- SEIS MESES OU MAIS

Para preservar os pneus, coloque o carro sobre cavaletes. Mantenha o mínimo de combustível, ou seja, apenas o necessário para dar a partida e levar o carro para reabastecer. Troque o filtro e óleo do motor. Para evitar o ressecamento dos anéis de vedação do circuito do ar-condicionado ligue o sistema pelo menos uma vez por mês. Se isso não for feito, é possível que o problema ocorra e gere uma despesa inesperada de manutenção.


Tem dúvidas sobre deixar o carro parado? Consulte o Diego do Auto Center Pai e Filho e saiba o que fazer para ter seu carro sempre em dia. 



Fonte: vrum.com.br

Imagens: Free Google